Tratamento de Depressão

“Os sonhos possuem o péssimo hábito de se transformarem em pesadelos quando menos se imagina.” (Max Payne)

A depressão é basicamente um mal estar, porém duradouro e progressivo. Seu sintoma principal é o estado constante de profunda tristeza e falta de ânimo para realizar as tarefas do dia a dia.

Eventos como o luto, o término de um relacionamento amoroso ou a impossibilidade de realizar um ideal de vida muitas vezes nos deixa profundamente entristecidos. Apesar de tais eventos serem muito marcantes na nossa rotina, com o passar do tempo, os “vazios” deixados pelas lacunas ocupadas pelos itens mencionados acabam por ser preenchidos por outros, que acabam adquirindo valores ainda mais notórios para o sujeito em questão.

Apesar de ser considerada uma doença comum e recorrente em qualquer faixa etária, seus sintomas não devem ser ignorados, pois, em casos mais graves, a pessoa acometida por este mal pode colocar a sua própria vida em risco. Para isso, vale a pena fazer algumas observações importantes no comportamento do indivíduo que supostamente se encontra depressivo:

O indivíduo está profundamente entristecido há mais de duas semanas por causa de algum tipo de perda? Ele perdeu a vontade e o prazer em fazer as atividades que mais gosta no dia a dia? Ele tornou-se apático ou passou a se culpar implacavelmente por suas falhas ou depreciar seu próprio esforço? Ele possui frequente perda de apetite, reclama de desgaste mental ou insônia? Ela alega ter vontade de acabar com sua própria vida? Se a resposta for afirmativa para a maioria das perguntas, existe a possibilidade do sujeito estar sofrendo de depressão.

A origem da depressão é desconhecida no ponto de vista da ciência, mas sabe-se que diversos elementos psicológicos, biológicos e genéticos, em conjunto, podem favorecer o seu desencadeamento. Em geral, costuma começar com algum evento de grande conflito ou profundo estresse, que permanece mesmo após a resolução do problema apresentado pelo mesmo. Após a investigação desses conjuntos em ação na vida do sujeito, foi possível verificar quais são as substâncias neurotransmissoras que o organismo libera quando submetido aos eventos gerados pelos conjuntos mencionados, além de sua ação e movimento pelo corpo do sujeito, a fim da medicina poder desenvolver fármacos próprios para o tratamento da depressão, que conhecemos hoje por antidepressivos.

Hoje em dia, o tratamento contra a depressão é feito através da psicoterapia, sendo necessário em alguns casos o uso desses remédios, que favorecerão a recuperação do sujeito enfermo, além de estimulá-lo a não retornar para o estado contínuo de aflição. Em certos casos, a pessoa precisa usar desse meio por muito tempo, não sendo raro pelo resto da vida em outros casos. Nestes momentos, o amparo da família e dos próximos é essencial para o enfermo.

Por fim, o tratamento psicoterapêutico, em conjunto com os antidepressivos, procura fazer com que o tratamento para tal enfermidade venha a obter resultados notáveis para o interessado. Independente da causa da depressão, sabe-se que este mal causa um conjunto de alterações em praticamente todos os aspectos da vida das pessoas que são acometidas por ele, principalmente no âmbito das emoções e relações interpessoais. E nesse sentido, o tratamento visa ajudar o interessado, oferecendo chances para se conhecer melhor, superar o choque causado pelos eventos que o colocaram neste estado de espírito, de maneira que possa se recompor e se proteger de alterações e eventos marcantes como estes.

 

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